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Vem aí… Sonora

2020/01/26

A Pandasaurus Games responsável pelo lançamento de vários jogos muito bem acolhidos pelo público dos quais se destaca obviamente Dinosaur Island, anunciou o seu novo título – Sonora.

Sonora é um jogo de Rob Newton e ilustração de Tom Goyon, um flip and write para 1 a 4 jogadores com mais de 10 anos e com uma duração aproximada de 30 a 45 minutos.

Neste jogo, os jogadores desenham a sua própria estratégia de forma a obter pontos e tentar colocar os seus discos numéricos nas diferentes áreas de um tabuleiro central e comum a todos os jogadores e permitirão exponenciar as suas descobertas.

O lançamento oficial do jogos está previsto para o próximo mês de maio.

Vem aí… Demeter

2020/01/15
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A editora francesa Sorry We Are French é responsável pelo lançamento de um interessantíssimo jogo chamado Ganymede, da autoria de Hope. S. Hwang (Guildhall), que conheceu no ano passado uma primeira expansão de nome Moon.

Há poucos dias a editora aproveitou o balanço e anunciou um novo título, inspirado no mesmo universo de Ganymede que se chamará Demeter.

Image BGG

Demeter é um jogo de Matthieu Verdier e ilustração de Olivier Mootoo e David Sitbon, um flip and write para 2 a 4 jogadores com mais de 10 anos e uma duração aproximada de 45 minutos.

As informações disponíveis dão conta de um jogo que se passa no mesmo universo temático de Ganymede (Olivier Mootoo) e que será lançado no decurso deste ano, aproveitando o aguardado Festival de Jogos de Cannes (21-23 fevereiro).

Vem aí… Paris

2020/01/10
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A editora belga Game Brewer tem vindo a apresentar boas propostas lúdicas e há mais uma na calha: Paris.

Image BGG

Paris é um jogo da dupla Kramer/Kiesling com ilustração de Andreas Resch. Um jogo para 2 a 4 jogadores com uma duração anunciada de 45 a 100 minutos para um público com mais de 10 anos.

Image Dumee

Paris reúne um pot-porri de mecanismos que fazem deste eurogame de peso médio, uma tentação para qualquer amante do género. Entre os diversos mecanismos do jogo estão o bag e pool building, o hand management assim com o worker placement entre vários outros!

Image Dumee

O tabuleiro redondo recorda muito um jogo dos mesmos autores – Porta Nigra – que nunca obteve muito reconhecimento; enquanto os biombos individuais parecem inspirados em Carrara, no entanto, as poucas imagem disponíveis são do protótipo e por isso facilmente poderão ser componentes “emprestados” dos referidos títulos.

Image Duke of Earl

Aguardam-se novidades para este jogo com data de lançamento agendada para este ano!

Monster-Bande

2019/12/26

Sinopse:

Monster-Bande é jogado em equipas de dois ou mais jogadores. Um jogador lança os dados, depois retira a ficha do topo da pilha de fichas de monstros e descreve-o oralmente à sua equipa, não podendo mencionar as caraterísticas ditadas pelo dado. Os outros jogadores da equipa têm de identificar o monstro correspondente que está espalhado na mesa. Se conseguirem, pegam na ficha e o jogador ativo tenta mais um monstro. Procede desta forma até a ampulheta esgotar o tempo! Quando todos os monstros tiverem sido conquistados pelas equipas em jogo, cada uma conta quantos tem e ganha aquela que tiver mais!

Como se joga:

⇒ Setup

No centro da mesa espalham-se todas as fichas de monstro com o dorso azul. Com as fichas de monstro de dorso vermelho forma-se uma pilha de face oculta.

Define-se quem é a equipa que começa e nessa equipa quem vai ser o jogador ativo.

Image Johann1947

⇒ Desenvolvimento

O jogador ativo lança os dados e fica a saber quais as caraterísticas que não pode referir durante a próxima fase. O livro de regras tem uma tabela com a explicação de cada um dos ícones. Em seguida retira do topo da pilha de monstros (dorso vermelho) uma ficha de monstro.

A equipa adversária (à sua esquerda) vira a ampulheta e começa o tempo para o jogador ativo dar dicas à sua equipa, para adivinhem qual é o monstro que ele tem na mão.

Assim que a sua equipa toque num dos monstro visíveis sobre a mesa, uma de duas coisas pode acontecer:

  • A equipa acerta: retira a ficha do centro da mesa e o jogador ativo avança para mais um monstro até que o tempo se esgote;
  • A equipa falha: o jogador ativo tira uma nova ficha de monstro do topo da pilha e dá dicas sobre esse monstro. O monstro que não foi descoberto é colocado por baixo da pilha antes de passar a vez à equipa seguinte.

Assim que o tempo se esgote, a vez passa para a equipa à esquerda do atual jogador ativo.

⇒ Fim do jogo 

O jogo termina quando o último monstro for reclamado da mesa! As equipas contam então quantos pares de monstros iguais conseguiram conquistar e ganha quem tiver conseguido mais.

Avaliação:

Monster-bande é um jogo que me causa muita incerteza na hora de o classificar (sempre esta mania tão humana de classificar coisas…). O BGG considera-o um jogo para crianças, o que na verdade não é mentira, mas que quanto a mim é redutor. Monster-bande é mais que um jogo infantil, é daqueles que facilmente pode ser um party-game familiar, expressão disso são os 7 anos anunciados na caixa, que trazem para a mesma mesa pequenos e graúdos no desejo comum da diversão.

O criador e ilustrador de Monster-bande – Florien Biege – é um jovem ilustrador alemão, com obra feita na área das novelas gráficas, que transpôs de forma sublime o seu universo para um conjunto belo, numa profusa mescla cromática, adn marcante destes simpaticíssimos monstros que enchem a pequena e charmosa caixa quadrangular da editora dos 3 coelhinhos.

A Drei Hasen in der Abendsonne assume a tarefa da edição com um espírito de missão assinalável. A cada jogo da pequena editora de Uehlfeld, sente-se um cuidado ternurento nos materiais usados, e uma delicadeza diligente na escolha da paleta cromática. Este Monster-bande é outro desses produtos. Um assinalável bom gosto impera e nada foi deixado ao acaso, mesmo sendo um simples jogo sem pretensões, a editora tratou-o como uma diva, providenciando-lhe todos os cuidados editoriais. Esta linha editorial vai dando frutos, e prova disso é a inclusão de Monster-bande na restrita lista de jogos recomendados pelo júri do Spiel des Jahres deste ano.

Um jogo simples, com muita fluidez e tensão, capaz de reunir muitos jogadores em simultâneo e onde todos se divertem. Um material de excelente qualidade a um preço decente. Um excelente proposta que merece uma visita!

Ligações:

Site da Drei Hasen in der Abendsonne  → AQUI

Ficha BGG → AQUI

Comprar:

Amazon.es  AQUI

À espreita… Kauchuk

2019/12/22

A editora russa Lifestyle lançou um curioso título que usa elásticos como mecanismo de jogo… Kauchuk!

O homem encontrou uma maneira de dobrar o tempo e o espaço através de uma substância elástica rara conhecida como KAUCHUKIUM e agora pode viajar para mundos perdidos e por descobrir, em busca de tesouros insondáveis.

Mas se pensas que estás sozinho nisto desengana-te, não és o único à espreita entre ruínas antigas na busca de templos perdidos na selva. Portanto, não te preocupes, escolhe as melhores táticas e consegue ser o primeiro a colocar a tua marca nos novos mundos!

Percorre 8 locais fascinantes e coleciona tesouros e outros artefatos valiosos. Assume o controle sobre o território usando componentes exclusivos e um tabuleiro de jogo 3D especial. As regras do jogo mudam de um local para outro, permitindo experimentar cada partida como se fosse um novo jogo.

O jogo está disponível AQUI.

Novidades no Yucata

2019/12/16
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O novo jogo da plataforma Yucata.de é Snowdonia.

Snowdonia é um jogo de Tony Boydell editado em 2012 que tem uma grande legião de fãs. O jogo recebe agora a sua implementação online pelas mãos de ak15 e fará certamente o deleite de inúmeros fãs.

Bons jogos!

A crónica do Rebelo

2019/12/15

53.º Encontro de Jogos de tabuleiro

É dezembro e por muito comércio nas nossas ruas, já é Natal desde novembro. Vem aí a paz, o amor, os desejos, as filhoses e os famosos jantares de Natal. Eu também tive direito a um jantar de Natal entre amigos e depois do jantar fui dar o gosto aos dedos.

Já cheguei tarde a São Bernardo onde já se jogavam: Era: Medieval Age, Gobbit, Nova Luna e Porto.

Como levei um amigo pensámos em jogar: Targi, Imhotep ou Azul. Mas como ele me deu a possibilidade de escolha, escolhi Targi porque já me tinham dito “como é que tu ainda não jogaste Targi” e eu tenho muito medo de me estar a escapar um jogo que me faça sonhar.

O nosso amigo Carlos Abrunhosa lá nos foi explicando o jogo e nós, como bons alunos, fomos aprendendo. Eu diria que as regras não demoram mais do que 8 minutos a serem explicadas e o setup faz-se em 2.

Na mesa fica uma grelha de 5 filas de 5 cartas, em que as que fazem o bordo exterior nunca mudam, ao contrário das que estão no interior que se trocam sempre que são compradas ou usadas pelos jogadores.

Na sua vez cada jogador tem de escolher cartas, do bordo exterior, colocando nelas os seus marcadores. O adversário não pode por o seu marcador na nossa carta, nem na coluna ou linha opostas.

Depois de colocados os marcadores, são colocados mais dois na interceção imaginária das linhas criadas entre os marcadores. Em principio cada jogador terá no máximo 5 ações por turno.

O jogo torna-se assim um pouco tático, pois dependerá sempre de onde o adversário coloca as suas peças, levando a que a nossa estratégia inicial tenha de ser alterada. As cartas escolhidas são transformadas em recursos ou são trazidas para a nossa área de jogo.

Cada carta conta com habilidades especiais que podem potenciar outras cartas que já tenhamos ou tornar outras mais baratas, entre outras ações.

O objetivo do jogo é acumular o maior número de pontos no final e estes aparecem nas trocas comerciais que podemos fazer, nas cartas que trazemos para a nossa área de jogo. No final do jogo por cada linha de cartas do mesmo tipo ou de cartas todas diferentes ganham-se mais pontos.

O jogo é para dois jogadores e dura em média uma boa hora. Achei-o interessante, porque tem várias camadas, ou seja, tens de tentar garantir que tens recursos suficientes para adquirir cartas, mas terás de as escolher segundo a cor de cada uma para tentar formar uma coleção, isto tendo em conta que a jogada do teu adversário condiciona as tuas escolhas. Um jogo a repetir!

Depois saltámos para Nova Luna. Para mim foi a terceira vez neste jogo abstrato e se o joguei tantas vezes é porque gostei. Só me falta experimentar o jogo na versão solitário, pois as restantes situações já joguei. Acho que o balanço se atinge a 3 jogadores, pois o jogo ainda é suficientemente rápido para não termos de esperar muito tempo pela nossa vez e a previsibilidade diminui devido à escolha dos jogadores anteriores.

Mas de qualquer forma, gosto do jogo e quem sabe qualquer dia não está na minha estante.

O relógio foi avançando e já era madrugada quando se juntaram as mesas todas para uma partida de Codenames: Pictures. Com 10 jogadores ultrapassámos o limite máximo de jogadores (8), mas não é um party game? É! Então dá na mesma. 

Sempre um jogo que é muito simples de explicar e jogar e que faz um bom momento entre todos.

E assim foi o encontro de São Bernardo no dia 7 de Dezembro, abrindo as portas para o Natal.