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Sobek

2011/01/09
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Sinopse:

A construção do templo dedicado a Sobek está em pleno andamento. Ao lado da obra uma completa economia floresce: nasce um mercado e logo ali as margens do Nilo enchem-se de embarcações e comerciantes dispostos a negociar. A concorrência entre eles é aguerrida, e alguns cedem à “nódoa” da corrupção, por via do enriquecimento fácil…

Cada jogador será um desses mercadores que procuram a riqueza nas terras do Egipto e para a conseguirem dispõem de apenas 3 rondas e bastante astúcia…

Como se joga:

Antes de começar coloca-se o tabuleiro no centro da mesa, cada jogador recebe um peão da cor escolhida, uma ficha de corrupção da sua cor, 2 cartas com dorso verde.

Entretanto escolhe-se um jogador inicial que terá como primeira missão preencher as 9 baías do Nilo com as primeiras 9 cartas do baralho.

Depois deste procedimentos realizados, o jogador inicial começa tendo ao seu dispor 1 acção de entre 3 possíveis:

a) Apanhar uma carta;

b) Jogar uma carta personagem;

c) Jogar um conjunto de cartas.

 

a) Esta acção permite que o jogador escolha uma carta entre as 4 primeiras cartas disponíveis (da esquerda para a direita). No caso de escolher a primeira dessa séria, acaba logo de seguida o seu turno, caso contrário, se por exemplo escolher a quarta, ficará com essa na mão mas as 3 que ultrapassou terá de as colocar debaixo da sua ficha de corrupção.

b) É possível jogar uma carta de personagem da mão. Neste caso o jogador realiza a acção que a personagem concede, executando-a de imediato.

c) Na sua vez o jogador pode jogar um conjunto mínimo de 3 cartas do mesmo tipo de mercadoria à sua frente. Esse conjunto pode formar uma primeira entrega dessa mercadoria ou pode constituir um incremento da mesma mercadoria jogada num dos turnos anteriores.

Sempre que se joga um conjunto de cartas pode escolher-se uma ficha circular (se ainda houver) de entre todas as que estiverem ao lado do tabuleiro e executar o seu benefício imediatamente.

O fim de uma ronda

Quando é jogada a última carta do baralho, acaba a ronda (imediatamente). Quem tem conjuntos para jogar na mão,  joga-os agora mas coloca esses conjuntos dispostos na horizontal de forma a distinguirem-se dos conjuntos jogados durante a ronda. Estes conjuntos valerão tantos pontos quantos os escaravelhos que tiverem todas as cartas desse conjunto, ao invés dos conjuntos jogados durante a rona que se contabilizarão da seguinte forma: Número de escaravelhos em todas as cartas X Número de cartas do conjunto.

Para concluir a contagem intermédia de pontos só falta colocar todas as cartas da mão que não forem passíveis de serem colocadas em conjuntos, por baixo da ficha de corrupção.

No fim de contar os pontos o jogador que tiver mais cartas debaixo da sua ficha de corrupção terá de baixar  para o símbolo idêntico  anterior por cada 10  pontos conquistados na presente ronda (ver ilustração).

Depois de contabilizados os pontos começa uma nova ronda. Dão-se 2 cartas verdes a cada jogador e de seguida baralham-se todas as cartas do jogo formando um novo baralho. Dispõem-se as 9 cartas nas baías do Nilo.

Começa o jogador com menos pontos na grelha de pontuação.

Fim do jogo

O jogo termina no final da 3ª ronda ou na eventualidade de um jogador atingir mais de 100 pontos no final da 2ª ronda. Neste último caso os pontos em excesso são contabilizados colocando o peão de marcação de pontos na casa 0 e avançando a partir daí.

Em caso de igualdade a vitória é partilhada.

Avaliação:

Sobek não é uma verdadeira surpresa, sobretudo porque do génio de Bruno Cathala saem sempre jogos bons, e a selecção criteriosa da GameWorks raramente edita um jogo mau.

Estamos perante um “pequeno” jogo muito agradável de jogar, ultra fluído, rápido, tenso, subtil e inteligente. As personagens e as fichas de evento dão um toque requintado a uma mecânica muito bem engrenada.
O sistema de corrupção é outra habilidade bem “encaixada” no jogo, quer pela via da temática, quer pelo seu efeito “moderador” de apetites vorazes; tornando-se num elemento táctico evidente com implicações directas na disputa pela vitória.

Joga-se muito bem com 2 jogadores, tornando-o um bom jogo para casais, mas funciona na perfeição com 3 jogadores.

Resta-me dar os parabéns uma vez mais à GameWorks por uma vez mais se superar na produção de um jogo com estas dimensões. Um hino ao saber fazer bem (melhor só mesmo se for feito com matérias preciosas). O livrete de regras do jogo vai na linha de Jaipur: pequeno, muito intuitivo, bem exemplificado e extremamente bem colorido.
Só falta mesmo recomendá-lo vivamente a todos os que gostam de um jogo com uma relação preço/qualidade/diversão elevadíssima.

Ligações:

Site da GameWorks -> AQUI

Ficha no BGG -> AQUI

Download das Regras em inglês -> AQUI

Vídeo explicativo com Sebastien Pauchon (Essen – Inglês) -> AQUI

Vídeo explicativo com Sebastien Pauchon (Trictrac TV- Francês) -> AQUI

Vídeo JE -> AQUI

Comprar:

Philibert ->AQUI

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