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Die Palast von Carrara

2013/06/28

Carrara

Sinopse:

Cada jogador representa o/a patriarca/matriarca de uma família nobre. O Rei ordenou a construção de edifício imponentes em diferentes cidades enriquecidos com materiais exclusivos. Ao longo do jogo  o Rei é convidado a visitar as diferentes obras para atestar dos seus progressos e em função da sua avaliação as famílias conseguirão obter pontos de vitória e moedas, com as quais poderão comprar mais materiais de construção. A família vencedora será a que tiver mais pontos de vitória no fim do jogo.

Como se joga:

Antes de iniciar o jogo é preciso baralhar as fichas de edifícios formando um monte ao lado do tabuleiro. Desse monte revelam-se as 9 fichas do topo e colocam-se no tabuleiro, nos 9 espaços dedicados a elas.

Cada jogador recebe 1 biombo; 7 marcadores da sua cor [coloca 1 na escala de pontuação (casa zero) e forma a sua reserva pessoal com os restantes]; recebe dinheiro no valor de 20 e um tabuleiro individual, com o desenho das árvores no canto inferior direito, virado para cima. O primeiro jogador recebe um cubo preto, o segundo jogador recebe um cubo azul, o terceiro recebe um cubo verde e o quarto recebe um cubo vermelho.

Ao lado do tabuleiro, além do monte de fichas de edifícios, colocam-se os objetos em madeira, representando 6 símbolos diferentes, devidamente separados. No canto superior esquerdo do tabuleiro principal coloca-se seis objetos diferentes.

Para terminar posiciona-se o tabuleiro de objetivos ao lado do tabuleiro e alinha-se a roleta de forma a que a seta fique virada para o setor V. Depois coloca-se os blocos coloridos dentro do saco preto e retiram-se 6, que se colocam no setor I da roleta.

O jogo está pronto para começar!

No seu turno cada jogador executa uma ação de 3 possíveis e, no fim do seu turno, pode fazer ainda mais uma opcional:

  1. Comprar cubos;
  2. Comprar edifícios;
  3. Pontuar;
  4. Comprar símbolo (opcional).

Se optar por comprar cubos, o jogador roda a roleta 1 espaço para a direita e depois coloca cubos do saco preto no setor I da roleta de forma a ter 12 cubos no total sobre a roleta. Depois de colocar os cubos do saco sobre a roleta, o jogador escolhe um dos setor e pode comprar os cubos que desejar desse setor pelo preço indicado nesse setor das cores selecionadas. Há setores que não têm o preço de algumas das cores, logo se houver dessas cores, o jogador pode ficar com esses blocos sem ter de os pagar.

Os cubos comprados colocam-se atrás do biombo.

Se a escolha recair na compra de edifícios, o jogador escolhe um dos 9 edifícios visíveis sobre o tabuleiro principal, e paga, para o saco preto, o seu custo em cubos (varia de 1 a 5). A colocação do edifício faz-se em função das cores pagas, ou seja, se por exemplo alguém comprar um edifício de valor 2 com 1 cubo preto e 1 cubo vermelho, o edifício terá de ser colocado sobre a cidade de Lérici, pois essa é a única cidade que aceita compras com cubos pretos.

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Como se pode ver no exemplo de baixo, o jogador já tem sobre o seu tabuleiro pessoal 6 edifícios construídos. Dois estão sobre a cidade de Livorno (a cidade mais à esquerda), um sobre a cidade de Lucca, dois sobre a cidade de Viareggio e outro sobre a cidade de Massa.

Edifícios

Para construir os dois edifícios em Livorno, por exemplo, o jogador só pode pagar com cubos brancos, enquanto que para construir em Lucca já pode pagar com cubos brancos e/ou amarelos e/ou vermelhos. No caso das construções sobre a cidade de Viareggio a pagamento pode ser feito com cubos brancos e/ou amarelos e/ou vermelhos e/ou verdes. As cores permitidas em cada cidade estão desenhadas sob o nome da cidade como se pode ver na imagem de baixo (a cidade de Livorno ficou cortada).

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A terceira opção de ação é pontuar. O jogador tem desde o início do jogo 6 marcadores em madeira da sua cor, esses marcadores servem para marcar as 6 pontuações que poderá realizar ao longo de toda a partida, por isso, importa ser astuto na forma como pontuamos!

Os jogadores podem pontuar de duas formas: por cidades iguais ou por edifícios .

Se o jogador optar por pontuar por uma cidade tem ter o número mínimo exigido da cidade que quer pontuar (ver imagem em baixo), colocar o seu marcador de madeira sobre a cidade (no tabuleiro principal) e fazer a contagem dos pontos.

Os pontos obtidos numa pontuação de cidade resumem-se ao total do valor dos edifícios que o jogador tem na respetiva cidade (valor no canto superior direito da ficha de edifício) a multiplicar pelo fator indicado sobre o desenho da cidade (pontos ou moedas).

Pontuar cidade

No exemplo da imagem o jogador decidiu pontuar por Massa, a cidade de Massa só pode ser pontuada se o jogador tiver no mínimo 3 edifícios. Como o jogador tinha 3 edifícios pode colocar o seu marcador sobre a cidade e pontuar. Somando os 3 edifícios que tem sobre Massa, no seu tabuleiro pessoal, o jogador obtém 9 (5+3+1) , multiplicando pelo fator  1 ponto  obtem 9 pontos (9×1). Em seguida avança 9 pontos na escala de pontuação.

Se o fator de multiplicação fosse moedas o procedimento era o mesmo mas em vez de avançar na escala de pontuação, receberia moedas da reserva.

Os pontos obtidos numa pontuação por edifícios iguais calculam-se quase da mesma forma, desta feita o jogador soma o valor do edifício escolhido e multiplica esse valor pelo fator multiplicador de cada cidade onde tenha esse tipo de edifício.

pontuar edi

Voltando de novo ao exemplo de cima, o jogador decidiu pontuar pelas bibliotecas. Tem uma biblioteca de valor 3 sobre Pisa o que lhe permite obter 9 moedas (3×3) e outra, de valor 2, sobre Massa, obtendo 2 pontos (2×1). As moedas 9 moedas ganha-as da reserva e os 2 pontos regista-os com o avanço de 2 casas na escala de pontuação. O jogador ainda de colocar um dos seus marcador de pontuação em madeira sobre o ícone das bibliotecas, na parte inferior do seu tabuleiro pessoal.

Nos dois tipos de pontuação o jogador irá ganhar ainda objetos referentes aos edifícios envolvidos na pontuação, isto é, pegando nos exemplos anteriores, no caso da pontuação pela cidade de Massa o jogador ganharia uma bandeira (pelo castelo), uma porta (pela porta) e uma coroa (pelo Palácio). No exemplo da pontuação por edifícios, o jogador ganharia 2 livros (pelas 2 bibliotecas pontuadas). Quando um determinado objeto se esgotar ninguém mais poderá ganhá-lo.

Antes de passar a vez, o jogador pode (opcional) gastar 10 moedas em troca de um dos objetos da reserva do tabuleiro principal.

O jogo termina quando um dos jogadores consegue cumprir os 3 objetivos do tabuleiro de objetivos (variável em função do número de jogadores).

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As condições são:

  • ter feito 4 pontuações;
  • ter 8, 7 ou 6 objetos a 2, 3 ou 4 jogadores respetivamente e;
  • alcançar 30, 25 ou 20 pontos a 2, 3 ou 4 jogadores respetivamente, no somatório de todos os edifícios construídos.

Assim que alguém consiga alcançar estes três objetivos o jogo termina imediatamente e faz-se a contagem final.

  • 3 PV por cada objeto ganho durante o jogo;
  • somatório de pontos proveniente dos seus edifícios construídos;
  • 1 PV por cada 5 moedas.

O vencedor será o jogador com mais pontos de vitória na escala de pontuação.

O jogo traz ainda uma expansão que é essencial depois de se jogar 2 ou 3 vezes o jogo base, aliás, a verdadeira diversão deste jogo acontece quando se joga com a expansão.

A expansão adiciona condições de fim de jogo variáveis e uma forma de pontuação extra no fim do jogo, além disso será possível construir e/ou melhorar edifícios já construídos com os novos edifícios de valor 8. Esses edifícios trazem consigo a possibilidade de ganhar fichas que modificam os multiplicadores simples das cidades dos tabuleiros pessoais.

A profundidade estratégica é de tal forma melhorada com a expansão que a versão base só deverá ser jogada mesmo para aprender o jogo no início porque depois disso é um desperdício não jogar o jogo com a expansão

Avaliação:

Die Palast von Carrara é o jogo que tanto se aguardava do senhor Kramer. Este jogo é um valor seguro de diversão com generosa dose estratégica, um euro muito bem feito servido por excelente material e sem dúvida um acrescento muito positivo à vasta gama de jogos da Hans im Glück.

A diferença de riqueza estratégica entre o jogo base e o jogo com a expansão é de tal ordem que é inconcebível separá-los depois de se experimentarem em conjunto. O jogo base serve muito bem para jogar numa fase inicial, como forma de aprender os conceitos básicos, mas a verdadeira alma do jogo está dentro do “envelope branco”. Um mimo de jogo altamente recomendado!

Pedro:

Pontos fortes:
– aprendizagem simples e rápida;
Pontos fracos:
– passamos quase o tempo todo a fazer apenas uma de duas ações: ou comprar recursos, ou comprar edifícios, o que se por vezes se torna monótono;
A escolha e planificação atempada da avaliação das cidades é sem dúvida a decisão fulcral do jogo.
Naqueles dias em que temos apenas uma horita pra jogar e queremos algo “descomplicado” mas que não seja um simples jogo de cartas,  “The Palaces of Carrara” é uma das opções acertadas.

Ligações:

Site da Hans Im Glück -> AQUI

Ficha BGG -> AQUI

Vídeo -> AQUI

Comprar:

Amazon.de -> AQUI

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6 comentários leave one →
  1. Montag permalink
    2013/06/29 10:50

    Buena reseña para un “jogo bonito”…

    Obrigado

    • abruk permalink
      2013/06/29 16:24

      Sim, é seguramente um “jogo bonito” mas acho que é mais que bonito, é um jogo inteligente e com um enorme potencial lúdico.

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