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Honshu

2016/11/30

sint-hsh

Sinopse:

Em Honshu os jogadores colocam cartas umas em cima de outras, formando um sugestivo mapa onde florestas, cidades e fábricas renderão pontos aos jogadores. Quem tiver mais pontos no final será o vencedor.

Como se joga:

⇒ Setup

No início do jogo separam-se os diferentes recursos e colocam-se no centro da mesa.

Decide-se de que lado da Província se joga: A ou B, baralham-se as referidas cartas de Província Inicial e distribui-se uma a cada jogador.

Cada jogador coloca um cubo de recurso, sobre os símbolos de produção (quadrados com símbolo) correspondentes:

  • Machado (castanho) – Madeira
  • Cana de pesca (azul) – Peixe
  • Pá (cinza) – Minério
  • Saco (amarelo) – Ouro

Em seguida baralham-se as cartas de Ordem de Turno e distribuem-se aleatoriamente.

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Cada jogador recebe uma carta com o sumário da pontuação final.

Baralham-se todas as cartas de Território e distribuem-se 6 a cada jogador. Essas cartas formam a mão inicial de cada jogador. Com as cartas sobrantes forma-se um baralho geral de face oculta que se coloca de lado, na mesa.

Desenvolvimento

Uma partida de Honshu decorre em 12 rondas. Cada ronda consiste em duas fases:

  1. Fase de Vazas
  2. Fase de Mapa

1. Durante a fase de vazas os jogadores jogam da sua mão para a mesa, uma carta de face visível, pela ordem de turno. Essa tem um valor que definirá na fase seguinte a ordem de turno.

Ao jogar uma carta, o jogador pode, opcionalmente, adicionar-lhe um cubo da sua cidade para aumentar o valor da sua carta em 60 pontos. O primeiro jogador a optar por adicionar um cubo de recurso à sua carta pode escolher qualquer tipo de recurso que tenha na sua cidade. Os jogadores seguintes só poderão fazer o mesmo, se tiverem um cubo de recurso igual ao jogador que escolheu primeiro, caso contrário não terão esta opção.

Depois de todos terem jogado uma carta e um possível recurso, a ordem de turno fica definida. Distribuem-se então as cartas de Ordem de Turno, ficando o jogador com o valor mais elevado com a carta de Ordem 1, o segundo jogador com valor mais elevado com a carta de Ordem 2 e assim sucessivamente até todos terem uma carta de Ordem de Turno.

Respeitando a nova ordem de turno, os jogadores vão escolher uma carta de  Território, das que estão disponíveis sobre a mesa. Eventuais cubos de recurso usados pelos jogadores são colocado na reserva geral.

2. Durante a fase de mapa os jogadores expandem as suas cidades, adicionando à sua cidade a carta de Território conquistada na fase de vazas.

Ao colocar a nova carta de Território há algumas regras a observar:

  • A nova carta terá de cobrir ou ser coberta por pelo menos um quadrado de outra carta da cidade;
  • Pelo menos um quadrado da nova carta tem de ficar visível;
  • Nunca se podem cobrir quadrados de Lago.

Depois de colocada a nova carta passa a fazer parte da cidade e recebe um cubo de recurso por cada espaço de produção, do respetivo tipo. Os recursos são retirados da reserva geral.

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Na eventualidade de uma carta nova de Território tapar um quadrado da cidade com um cubo de recurso, esse cubo é devolvido à reserva geral.

As rondas seguintes:

Na ronda seguinte começa a fase de vazas o jogador com a carta número da Ordem de Turno, depois o jogador com a carta número 2 e assim sucessivamente até todos terem jogado uma carta e adicionado um cubo opcionalmente.

Há algumas exceções a esta regra:

  • Após a 3ª ronda os jogadores passam as suas 3 cartas da mão ao jogador que estiver à sua esquerda;
  • Após a 6ª ronda os jogadores recebem 6 novas cartas para a mão do baralho geral;
  • Após a 9ª ronda os jogadores passam as suas 3 cartas da mão ao jogador que estiver à sua direita;

⇒ Fim do jogo

Após a 12ª ronda o jogo termina e procede-se à avaliação de cada cidade da seguinte forma:

  • 2 PV por cada quadrado de floresta visível na ciade;
  • 1 PV por cada quadrado de edifícios contiguos da maior área de edifícios da cidade;
  • 2 PV / 3 PV / 4 PV pelas fábricas providas com recursos armazenados ao longo das doze rondas;
  • 3 PV por cada quadrado de Lago do maior grupo de Lago, o primeiro quadrado vale 0 PV;

Jpeg

Quem tiver mais pontos de vitória vence. Em caso de empate vence quem tiver mais quadrados de baldios (quadrados amarelos).

Avaliação:

Honshu inspira-se numa temática nipónica, tema muito tratado em jogos de tabuleiro, talvez pelo exotismo e pela riqueza histórica do povo.

Uma criação recente, pois foi lançado na última edição da feira de Essen, Honshu passou um pouco despercebido à maioria do público, no entanto, este pequeno jogo de cartas é bem interessante.

Dizer que Honshu é um simples jogo de vazas é para lá de injusto, desconhecer por completo o seu verdeiro motor. Efetivamente estamos perante um jogo que usa a ancestral mecânica das vazas, mas esse é só o alicerce onde assenta um jogo com várias possibilidades estratégicas de maximização da pontuação, é possível fazer pontos com imensas coisas, uns de mais fácil acesso outros, mais valiosos mas mais difícieis de alcançar, há de tudo, é preciso escolher bem!

As partidas são emotivas até à décima segunda ronda e o resultado sempre incerto. Enfim, um jogo com muita rejogabilidade, agradável, de regras simples, adequado a todo o género de jogadores, especialmente indicado para jogar em família por ser rápiod e com uma boa produção.

Ligações:

Site da Lautapelit  AQUI

Mesaboardgames AQUI

Ficha BGG  AQUI

Resumo em português AQUI

Comprar:

JogonaMesa  AQUI

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